Fenômeno pode causar chuvas intensas no Sul e secas no Norte

A Administração Oceânica e Atmosférica Nacional dos EUA (NOAA) aponta que o fenômeno El Niño tem 62% de probabilidade de ocorrer entre maio e julho de 2026, aumentando para 79% entre junho e agosto. A intensidade do fenômeno deve aumentar ao longo do ano, com 25% de chance de se tornar bastante forte, elevando as temperaturas do Oceano Pacífico em até 2°C acima da média entre novembro e janeiro.
A NOAA enfatiza que a maior probabilidade de um El Niño intenso não implica necessariamente em eventos climáticos severos, mas sim em uma maior chance dos impactos comuns que esse fenômeno traz. Além disso, as previsões indicam que este El Niño pode se prolongar, com 91% de chance de persistir pelo menos até o início de 2027.
✨ O Sul do Brasil poderá ser a região mais afetada, com aumento nas chuvas e maior risco de tempestades e inundações.
O Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná deverão receber chuvas acima da média durante o trimestre de maio a julho, enquanto o Norte e Nordeste devem enfrentar secas.
Especificamente, as previsões do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) apontam que a região Sul terá um aumento significativo nas chuvas, contrabalançado pela expectativa de seca no Norte e Nordeste, que frequentemente enfrentam precipitações inferiores à média durante episódios de El Niño.
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