Especialista oferece dicas para uma carteira de investimentos eficaz

Antes de decidir onde aplicar o seu dinheiro, é crucial avaliar diversos aspectos, como objetivos financeiros, prazo de uso do capital, perfil de risco e a necessidade de liquidez. Daniela Barreto, gerente de estratégia do Inter, salienta que as melhores aplicações não são necessariamente as que prometem os returns mais altos, mas sim aquelas que se adequam ao perfil do investidor.
A seleção de um investimento deve iniciar com a definição do objetivo financeiro. Este aspecto influencia diretamente as opções disponíveis. Barreto observa que critérios fundamentais incluem:
Ignorar qualquer um desses critérios pode resultar em escolhas insatisfatórias.
""Não existe um investimento ideal para todos; há sim aqueles que são mais apropriados para cada contexto e meta financeira."
A estratégia de investimentos deve ser baseada na sinergia entre o prazo e a tolerância ao risco. Para construir uma carteira, é recomendável seguir esta lógica:
✨ Reserva de Emergência: Prioriza liquidez imediata.
Investidores que planejam por prazos mais longos, como cinco anos ou mais, podem assumir riscos maiores em troca de um retorno potencial maior. A composição da carteira varia conforme o nível de conservadorismo:
Definir o horizonte de investimento é essencial para evitar reações impulsivas em momentos de turbulência do mercado.
Diversificar é uma estratégia primordial na mitigação de riscos. Concentrar todo o capital em uma única aplicação eleva a vulnerabilidade a eventos imprevistos. Mesmo produtos garantidos pelo Fundo Garantidor de Créditos (FGC) têm limites de proteção e podem demandar tempo para devolução.
✨ Uma carteira diversificada aloca recursos entre várias instituições, tipos de ativos, prazos e indexadores.
Plataformas como o Super App do Inter ajudam a comparar produtos financeiros, incluindo renda fixa e fundos, de maneira prática.
Antes de investir, muitos cometem erros que precisam ser evitados, entre eles:
Comparar investimentos sem considerar seu risco pode levar a decisões equivocadas, por exemplo, um ativo que promete '120% do CDI' pode não ser tão vantajoso quanto outro com menor rentabilidade aparente.
No atual cenário, produtos pós-fixados atrelados ao CDI ou Selic tornam-se mais relevantes por acompanharem a alta de juros, enquanto opções indexadas à inflação, como o Tesouro IPCA+, são essenciais para preservar o poder de compra a longo prazo.
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