A nova ofensiva busca transformar a ordem mundial com ideologia da extrema-direita

A recente desativação da Usaid, a agência de cooperação internacional dos Estados Unidos, provocou uma reestruturação significativa na ajuda humanitária e nos programas de saúde globais, que impactaram milhões de vidas ao longo das últimas décadas.
No fim de fevereiro, funcionários da agência foram abruptamente informados de que teriam apenas 15 minutos para empacotar seus pertences. A medida foi simbólica da nova era ultraconservadora imposta pelo governo Trump, que prioriza uma agenda ideológica em detrimento da assistência humanitária.
✨ Estudos revelam que a administração Trump está desmontando instituições que promovem a democracia e os direitos humanos, substituindo-as por uma agenda alinhada ao nacionalismo cristão.
Pesquisadores do Global Project Against Hate and Extremism indicam que a atual estratégia envolve uma vasta rede de iniciativas diplomáticas e ações de organizações não governamentais que sustentam uma visão de mundo centrada na supremacia branca e no nacionalismo religioso.
A chamada ‘Internacional Reacionária’ defende o Projeto 2025, que busca um governo norte-americano baseado em uma interpretação rígida da doutrina cristã. Para seus proponentes, os Estados Unidos devem ser governados de acordo com princípios ultraconservadores.
"Estamos no processo da segunda Revolução Americana, que permanecerá sem derramamento de sangue se a esquerda permitir
As ações têm sido direcionadas para desmantelar as estruturas tradicionais de soft power dos EUA, substituindo o apoio aos direitos humanos por um enfoque que promove uma aliança global contra questões como o aborto e os direitos LGBTQ+.
✨ Essas transformações visam transformar países como o Brasil, Argentina e El Salvador em modelos de políticas extremistas alinhadas ao projeto da extrema-direita dos EUA.
Um exemplo é o papel do Brasil sob Jair Bolsonaro, que se tornou um laboratório para a implementação da Declaração de Consenso de Genebra, reforçando a agenda contrária aos direitos das mulheres e dos LGBTQ+.
Na América Latina, governos de líderes como Javier Milei na Argentina e Nayib Bukele em El Salvador têm adotado políticas que refletem essa ideologia, promovendo retrocessos em direitos e segurança aos cidadãos.
Além disso, o projeto ultraconservador se expande para outras regiões, como a África, onde países como Uganda e Quênia se alinham aos interesses dos EUA em troca de apoio econômico.
Os EUA, sob o governo Trump, têm utilizado sua influência para promover a adesão de países a tratados que restringem direitos, desafiando normas internacionais estabelecidas nos últimos 30 anos.
✨ A nova agenda nega os direitos humanos básicos e promove um novo tipo de colonialismo ideológico, comprometendo as bases democráticas e assistenciais construídas ao longo das décadas.
Receba as principais notícias e análises diretamente no seu email. Grátis e sem spam.
Gostou desta notícia? Compartilhe!

Três países se comprometem a aumentar a ajuda ao povo cubano

Votação histórica marca a primeira vez que o país é rejeitado

Ofensiva resulta na morte de coronel e major do serviço de segurança interno

Administração de Trump analisa desvinculação com agência de refugiados