A decisão afeta a antiga refinaria de Manguinhos relacionada a Ricardo Magro

A Agência Nacional do Petróleo (ANP) anunciou a revogação da licença de operação da Refit, anteriormente conhecida como refinaria de Manguinhos, no Rio de Janeiro. Esta decisão é resultado da investigação envolvendo sonegação fiscal que atinge a companhia do empresário Ricardo Magro.
A votação pela revogação foi unânime entre os diretores, incluindo Arthur Watt, Pietro Mendes, Symone Araújo, Daniel Maia e Fernando Moura. O principal motivo para a revogação foi o cancelamento do Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ) da empresa.
✨ Suspensão de Funcionamento: Refit enfrenta sérias implicações legais.
Os diretores Pietro Mendes e Symone Araújo foram inicialmente afastados de decisões sobre a Refit por suas participações em interdições parciais em setembro de 2025. Porém, essa suspensão foi contestada e, em decisão liminar, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) permitiu que ambos votassem na revogação mesmo enquanto o caso estava em análise judicial.
A Refit está sendo investigada pela Polícia Federal por supostas irregularidades fiscais, o que levanta preocupações sobre sua continuidade e operações futuras.
Além disso, reportagens apontam que investigados no caso estavam utilizando celulares registrados em nomes de falecidos, o que exacerba as suspeitas de atividades ilícitas envolvendo a empresa.
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Jornalista especializado em política

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