Safra de 2026 mostra aumento em comparação ao ano anterior.

De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a expectativa é que a safra brasileira de grãos, leguminosas e oleaginosas alcance 353 milhões de toneladas em 2026, o que representa um aumento de 2% em comparação com 2025.
Ao divulgar a Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA) referente a julho, o IBGE também informou que, em relação ao levantamento anterior de junho de 2026, a previsão aumentou em 1,6%, o que corresponde a 5,6 milhões de toneladas a mais.
✨ Soja e milho dominam a produção: juntos, garantem 92,9% da estimativa total.
As culturas de arroz, milho e soja são responsáveis por 92,9% da produção total esperada e ocupam 87,4% da área destinada à colheita nesta safra. Para a soja, a estimativa é de 174,9 milhões de toneladas, marcando um novo recorde, com um restante 64,3 mil toneladas superior ao levantamento anterior.
A produção de milho também poderá alcançar um recorde, com estimativa de 141,8 milhões de toneladas para 2026, o que representa um aumento de 59,4 mil toneladas em relação ao ano anterior.
O IBGE ajustou as previsões para Mato Grosso, que deverá produzir 4,4 milhões de toneladas a mais, e para Mato Grosso do Sul, onde a produção será ampliada em 900,2 mil toneladas. As cifras para a primeira safra de milho estão em 29,9 milhões de toneladas, com aumento de 0,7% em relação ao mês anterior.
A produção da segunda safra de milho também está em ascensão, com previsão de 111,9 milhões de toneladas, representando um aumento de 4,7% comparado a junho.
A área total a ser colhida no Brasil em 2026 será de 83,1 milhões de hectares, um crescimento de 1,8% em relação ao ano passado, embora tenha havido uma redução de 0,1% em comparação ao mês anterior.
As áreas destinadas à colheita de soja e milho mostraram aumentos de 1,3% e 2,3%, respectivamente, sendo que a primeira safra de milho teve um crescimento expressivo de 8,4%.
Por outro lado, algumas culturas apresentaram diminuições nas áreas, como o algodão e o arroz, que tiveram quedas de 4,9% e 12,3%, respectivamente.
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