Argentina alcança maior volume de exportação de milho em cinco anos

De acordo com a análise da CEEMA, as cotações do milho em Chicago tiveram uma leve diminuição nesta semana, com o bushel do cereal fechando a quinta-feira (14) em US$ 4,22, em comparação com US$ 4,26 na semana anterior. Enquanto isso, o relatório do USDA manteve a produção e os estoques finais dos EUA nos mesmos níveis de fevereiro, mas reduziu os estoques mundiais do milho em mais de dois milhões de toneladas, chegando a 119,6 milhões de toneladas.
A produção brasileira foi estimada em 124 milhões de toneladas, acima do esperado, e a da Argentina em 56 milhões. Com isso, o preço médio para os produtores dos EUA foi projetado em US$ 4,75 por bushel neste ano comercial. Além disso, os embarques de milho pelos EUA na última semana chegaram a 1,12 milhão de toneladas, ficando próximo do limite superior estimado pelo mercado.
Enquanto isso, na Argentina, as exportações de milho atingiram o maior nível em cinco anos no início de 2024, alcançando 1,9 milhão de toneladas. A Bolsa de Rosário prevê uma produção ainda maior do que a estimativa do USDA, podendo chegar a 57 milhões de toneladas. A Argentina, que é o terceiro maior exportador de milho do mundo, tinha em estoque 9,6 milhões de toneladas em 1º de março, 10% acima da média dos últimos cinco anos.
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