Sob a gestão de Pedro Teixeira, a propriedade mineira aposta em práticas ambientais e resultados financeiros.

João Newton Reis Teixeira e Maria Cristina Gabarra Tavares Teixeira, desde 1993, têm se comprometido a melhorar a fazenda herdada em Santo Antônio do Amparo, Minas Gerais. O filho, Pedro Gabarra Tavares Reis Teixeira, ampliou essa missão, focando na gestão sustentável da propriedade.
A Fazenda Pinhal e as outras propriedades da família cultivam grãos de café arábica, principalmente voltados à exportação. Com altitudes variando de 930 a 1.180 metros, a produção ocupa 500 dos 1.300 hectares, na região reconhecida por sua identificação geográfica desde 2020.
✨ Nos últimos anos, 70% da produção anual, cerca de 18.000 toneladas, foi exportada, com 95% destinado ao exterior neste ano, principalmente para a Inglaterra e novo mercado na Alemanha.
Com um faturamento projetado entre R$ 20 milhões a R$ 25 milhões, Pedro, responsável pela gestão e exportação, compartilha tarefas com o pai e a irmã, cada um em áreas específicas da operação.
Apesar do crescimento, a dificuldade de contratação de mão de obra e as mudanças climáticas têm desafiado a produção. A família decidiu focar em marcas private label em vez de desenvolver uma marca própria para seus cafés.
Certificada pela Rainforest Alliance há 25 anos, a Fazenda Pinhal investe em energia renovável e projetos de reabilitação de fauna, como o Asas, que já recuperou mais de mil aves.
Pedro também está engajado em iniciativas educacionais, levando crianças a conhecer a fazenda e a importância da preservação ambiental, além de realizar constantes investimentos na modernização e renovação da produção.
Com uma visão de futuro, a Fazenda Pinhal planeja expandir para 750 hectares de cultivo e adotar mais técnicas que favoreçam a sustentabilidade, enquanto continua a pesquisa sobre a viabilidade do cultivo orgânico.
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Jornalista especializado em Agronegócio

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