Estudo revela avanço na liderança feminina, mas desigualdades de gênero permanecem.

De acordo com dados da Organização Internacional do Trabalho, as mulheres representam 40% da força de trabalho agrícola em países em desenvolvimento, com mais de 30% das propriedades rurais no Brasil lideradas por elas.
Uma pesquisa realizada em 2018 pela Corte Vagence, que ouviu mais de 4.000 mulheres do setor, revelou que 78% das entrevistadas ainda enfrentam discriminação de gênero.
✨ Metade das mulheres ganham menos que os homens em funções semelhantes, mas a desigualdade de gênero melhorou, caindo de 78% para 64% desde 2018.
O acesso a financiamentos é um desafio importante para as mulheres no agronegócio, mencionado por 80% das entrevistadas. Os dados mostram que 33% têm menor acesso a crédito, enquanto 49% obtêm financiamento junto a seus parceiros.
Patrícia Cesarino, engenheira agrônoma, ressalta a importância das mulheres no agronegócio brasileiro, que ocupam cada vez mais posições de liderança. Uma pesquisa da Abagon Serasa Experian de 2026 revela que as mulheres já correspondem a 40% dos produtores decisores.
Essas líderes influenciam decisões sobre investimento, gestão e tecnologia, mostrando como a participação feminina é essencial para a evolução do agronegócio, que demanda diversidade e qualidade na produção.
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