Produção citrícola em São Paulo exige monitoramento rigoroso

Os citricultores de São Paulo devem enviar até 15 de julho o relatório sobre cancro e HLB/Greening à Defesa Agropecuária. A entrega desses documentos é crucial para monitorar a propagação das doenças nos pomares do estado.
Os relatórios, que devem ser preenchidos através do sistema Gedave, contêm as inspeções realizadas entre 1º de janeiro e 30 de junho de 2026. A apresentação de informações precisas permite um acompanhamento mais eficaz pela equipe técnica, facilitando ações de defesa contra essas doenças.
✨ Quaisquer atrasos na entrega podem resultar em penalidades de acordo com a legislação vigente.
Conforme a Portaria SDA/Mapa nº 1.326, de 4 de julho de 2025, os estados definem os critérios para a erradicação de plantas doentes, enquanto o monitoramento do psilídeo transmissor é obrigatório em todas as propriedades.
No entanto, a nova Resolução SAA nº 32 de 2026, que atualiza as normas de controle do HLB/Greening, exige agora monitoramento quinzenal do psilídeo e categoriza municípios com base na incidência da doença.
"O HLB é a principal ameaça à citricultura global e sua erradicação é vital para a saúde dos pomares.
✨ Municípios em alta incidência devem seguir novas regras sobre erradicação, poupando árvores adultas contaminadas.
Além disso, o processamento das frutas cítricas antes do transporte interestadual torna-se obrigatório, exceto para tangerinas Ponkan. Essas medidas visam eliminar potenciais vetores de disseminação das doenças.
O cancro cítrico, causado pela bactéria Xanthomonas citri, afeta todas as variedades de cítricos, enquanto o HLB/Greening, provocado por Candidatus Liberibacter spp, é disseminado pelo psilídeo Diaphorina citri.
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