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    Brasil
    2 min de leitura

    Agropecuária argentina projeta US$ 36 bilhões em 2026

    Setor agrícola se destaca como fonte vital de divisas para o país

    Acro RodriguesAtualizado 20 de maio às 05:00
    A
    Agropecuária argentina projeta US$ 36 bilhões em 2026
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    Em 2026, o setor agropecuário da Argentina deve retomar um papel fundamental na geração de dólares para a economia nacional, com projeções de entrada de divisas chegando a US$ 36,111 bilhões. Essa previsão é influenciada pelo aumento da safra e pela elevação dos preços internacionais, evidenciando a relevância do agronegócio argentino em um momento de necessidade crítica por recursos financeiros.

    De acordo com dados da Bolsa de Comércio de Rosario, o valor estimado é superior em US$ 800 milhões em relação às previsões de abril e se aproxima do desempenho do ano anterior, consolidando o complexo agroexportador como a principal fonte de divisas genuínas do país. As melhores expectativas estão fortemente vinculadas à soja e ao milho.

    ✨ A produção de soja da safra 2025/26 foi revisada para 50 milhões de toneladas, enquanto o milho teve sua projeção elevada para 68 milhões de toneladas.

    Com a disposição aumentada de grãos, outros setores também devem se beneficiar. A moagem de soja pode crescer em 1 milhão de toneladas, promovendo uma elevação nas exportações de farelo e óleo de soja. Em relação ao milho, as vendas externas devem aumentar em 500 mil toneladas, contribuindo para robustecer a economia do país.

    Além disso, o cenário internacional favorece as expectativas, com a recuperação dos preços de diversos produtos agrícolas elevando o potencial das exportações argentinas. Esse cálculo considera as divisas liquidadas no Mercado Livre de Câmbio e as que passam pelo mecanismo Contado com Liquidação.

    Nos primeiros quatro meses de 2026, o setor agroexportador trouxe aproximadamente US$ 8,516 bilhões, um montante inferior aos mais de US$ 9 bilhões reportados no mesmo intervalo de 2025. A queda é atribuída à redução temporária de retenções fiscais e ao avanço mais lento da colheita que se observou em abril.

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    Acro Rodrigues

    Jornalista especializado em Brasil com mais de 10 anos de experiência. Apaixonado por contar histórias que fazem a diferença.

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    Acro Rodrigues

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