Espaço foi revitalizado com R$ 5,3 milhões e abrigará nova exposição sobre a Independência do Brasil.

A Cripta Imperial, localizada no Parque da Independência, em São Paulo, será reaberta ao público nesta segunda-feira (7), Dia da Independência do Brasil. O espaço, que abriga os restos mortais de D. Pedro I e das imperatrizes Leopoldina e Amélia, estava fechado há cerca de três anos para obras de revitalização.
A reabertura será realizada pelo Museu da Cidade de São Paulo, com início às 14h30. A programação conta com uma apresentação do Ensemble FTM, grupo musical da Fundação Theatro Municipal de São Paulo, marcada para as 15h, seguida de visitação ao local até as 17h, com entrada gratuita.
✨ As obras de revitalização, que tiveram um custo total de R$ 5,3 milhões, incluíram a instalação de novos banheiros, acessibilidade arquitetônica, climatização e melhorias no espaço expositivo.
Durante o período em que esteve em reforma, os restos mortais de D. Pedro I, D. Leopoldina e D. Amélia permaneceram em seus locais originais. A revitalização também abrangeu a limpeza e conservação do Monumento à Independência, além da reforma da Casa do Grito.
Com a reabertura, a Cripta Imperial receberá a exposição "Representações da Nação: O Monumento à Independência e a Cripta Imperial", com curadoria de Marly Rodrigues. A mostra explora o contexto de construção do Monumento à Independência e da cripta.
A Cripta Imperial, que abriga os restos mortais da família imperial, foi inaugurada em 7 de setembro de 1952. Os restos mortais chegaram à cripta em momentos distintos, com Maria Leopoldina tendo sido transferida inicialmente do Rio de Janeiro, e D. Amélia sendo sepultada ao lado de seu marido em 1982.
Após a reabertura, o local poderá ser visitado de terça-feira a domingo, das 9h às 17h. A Casa do Grito também apresentará a exposição "Da Independência ao Grito: história de uma casa de pau a pique", abordando a história do imóvel e sua relação com a Independência do Brasil.
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Jornalista especializado em Cultura & Entretenimento

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