Declarações do pontífice podem ser vistas como uma crítica ao governo Trump em tempos de escalada de conflitos.

Em uma declaração incisiva durante a missa de Domingo de Ramos, o papa Leão XIV se posicionou contra o uso de Deus como justificativa para a guerra, destacando que tais tentativas são inaceitáveis. Essas palavras são interpretadas como um direcionamento às políticas do governo Donald Trump.
O novo papa, que é o primeiro pontífice nascido nos Estados Unidos, afirmou enfaticamente que ‘Deus não escuta as orações daqueles que promovem a guerra, mas as rejeita’. Durante a celebração, que marca sua primeira Semana Santa, Leão reiterou que ‘ninguém pode reivindicá-Lo para justificar atos bélicos’ e citou o falecido bispo Antonio Bello, um conhecido defensor da paz que criticou a intervenção militar na primeira Guerra do Golfo.
"Deus ‘rejeita a guerra’ e ‘ninguém pode usá-Lo para justificá-la’
✨ Declarações pontificais ocorrem em um contexto de escalada de conflitos no Oriente Médio.
O Domingo de Ramos recorda a entrada de Cristo em Jerusalém, mas devido à guerra, a tradicional procissão em Jerusalém foi cancelada.
A missa na Praça de São Pedro teve início com uma procissão, que é parte da liturgia anual. No entanto, o cardeal Pierbattista Pizzaballa expressou sua tristeza pela ausência do evento em Jerusalém, afirmando que a guerra impediu a vivência da jornada tradicional neste ano.
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Jornalista especializado em Cultura & Entretenimento

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