Pedidos de auxílio-desemprego nos EUA sobem menos que o previsto
Aumento nos pedidos indica estabilidade no mercado de trabalho americano

Os pedidos de auxílio-desemprego nos Estados Unidos aumentaram na última semana, mas o número ficou abaixo das expectativas. Na semana encerrada em 2 de maio, 200 mil americanos solicitaram o benefício, segundo informações do Departamento do Trabalho.
Embora os economistas estimassem que houvesse 205 mil pedidos, o aumento de 10 mil pedidos significa que o mercado de trabalho permanece relativamente estável, mesmo após um leve aumento nos pedidos. Na terça-feira, dados apontaram que havia 0,95 vaga de emprego disponível para cada trabalhador desempregado em março, um incremento em relação ao mês anterior.
✨ Apesar das demissões em massa em setores de tecnologia, o número de pedidos de auxílio-desemprego se manteve abaixo de 230 mil nos últimos meses.
Demissões em empresas de tecnologia, devido à transição para a inteligência artificial, foram recorrentes, mas muitos dos afetados receberam pacotes de indenização favoráveis. Este ano, já foram anunciados 300.749 cortes de vagas, o que representa uma queda de 50% comparado ao mesmo período do ano anterior.
Os economistas estão alertando para os riscos provenientes da instabilidade no mercado, especialmente com as recentes tensões relacionadas ao preço do petróleo e interrupções no comércio no Estreito de Ormuz, que podem afetar o aumento nos preços de commodities essenciais.
Leia Também
Não perca nenhuma notícia!
Receba as principais notícias e análises diretamente no seu email. Grátis e sem spam.
Gostou desta notícia? Compartilhe!
Mais de economia

Geração Z alcança 48% dos vínculos CLT em MG em abril
Desafios financeiros marcam a vida independente dos jovens.

O impacto do PIB nos investimentos e empregos do Brasil em 2025
Como o PIB influencia decisões financeiras e o crescimento econômico do país

Pedidos de auxílio-desemprego nos EUA ficam abaixo do esperado
Número de solicitações ficou em 215 mil, ante 225 mil projetados

Fed destaca impacto da IA na política monetária dos EUA
Revolução tecnológica pode modificar abordagens financeiras





