Valores esquecidos caem após repasse ao Fundo Garantidor
Transferência de R$ 5,7 bilhões impacta Sistema de Valores a Receber

Os recentes dados do Banco Central indicam uma diminuição significativa nos valores que estavam esquecidos por brasileiros em instituições financeiras. O total caiu de R$ 10,3 bilhões em abril para R$ 6,2 bilhões em maio, representando uma redução de R$ 4,1 bilhões.
Essa queda é atribuí... no que diz respeito ao Sistema de Valores a Receber (SVR), impactado pela transferência de recursos esquecidos ao Fundo Garantidor de Operações (FGO) para viabilizar os descontos no programa Desenrola Brasil.
✨ Transferência de R$ 5,7 bilhões para o FGO ajudou a reduzir valores esquecidos.
O Ministério da Fazenda anunciou que as instituições financeiras repassaram R$ 5,7 bilhões do SVR ao FGO, um mecanismo utilizado pelo governo para garantir as renegociações de dívidas associadas ao programa Desenrola Brasil. Este impacto deve continuar a ser sentido nos dados de junho.
O que é o Sistema de Valores a Receber?
O SVR é um serviço disponibilizado pelo Banco Central que permite a consulta de pessoas físicas e empresas sobre valores que possam estar esquecidos em bancos, administradoras de consórcios e outras instituições, incluindo saldo em contas encerradas e tarifas cobradas indevidamente.
Leia Também
Não perca nenhuma notícia!
Receba as principais notícias e análises diretamente no seu email. Grátis e sem spam.
Gostou desta notícia? Compartilhe!
Mais de economia

Tarifa dos EUA deve ter impacto limitado no PIB brasileiro, avalia economista da InvestSmart XP
Análise aponta que novas tarifas elevam custos para alguns setores, mas lista de exceções reduz impacto econômico geral.

Banco Central analisa impacto da guerra no Irã na balança comercial
Relatório aponta efeitos iniciais positivos, mas moderados

Rio de Janeiro busca recuperação com foco na saúde e inovação
Estado enfrenta crise e aposta no Complexo Econômico-Industrial da Saúde

Campos Neto: estamos analisando a seca, que prejudica regiões agrícolas.
Roberto Campos Neto destaca que regiões mais produtivas do país enfrentam falta de chuva e pressiona inflação de alimentos





