Vendas do setor chegam a novo patamar histórico segundo IBGE

O varejo brasileiro registrou um aumento de 0,5% em março em comparação a fevereiro, atingindo um novo recorde na série histórica da Pesquisa Mensal de Comércio do IBGE, que começou em 2000. Essa alta superou as expectativas de mercado, que previam um crescimento muito mais modesto.
De acordo com o IBGE, o crescimento no volume de vendas em março foi maior do que a mediana de 0,1% prevista pelo Projeções Broadcast, cuja variação esperada estava entre uma queda de 0,3% e um avanço de 0,8%. Na comparação com março de 2025, sem ajustes sazonais, o varejo restrito apresentou um crescimento de 4,0%, superando a mediana esperada de 2,8%.
✨ O varejo ampliado, que inclui itens como veículos e material de construção, também alcançou um novo pico, com um crescimento de 0,3% em março em relação ao mês anterior.
Esse resultado ficou acima da mediana de 0,2% estabelecida pelo mercado, que previa uma variação entre -2,2% e +1,2%. Na comparação ano a ano, as vendas do varejo ampliado subiram 6,5%, superando a mediana de 6,0% das estimativas.
O IBGE também fez ajustes nos dados de fevereiro, aumentando a taxa de crescimento do varejo restrito de 0,6% para 0,7%, e do ampliado de 1,0% para 1,1%. Esses números indicam uma estabilidade no comércio, com crescimento tanto no varejo restrito quanto no ampliado.
Ao incluir segmentos de bens duráveis e materiais de construção, o varejo ampliado proporciona uma visão mais abrangente do consumo das famílias e da demanda interna no Brasil.
Os resultados de março, junto com as revisões de fevereiro, reforçam uma base sólida para o setor no início do segundo trimestre, embora uma análise detalhada por segmento seja necessária para identificar quais áreas foram responsáveis pelo crescimento mais significativo.
Receba as principais notícias e análises diretamente no seu email. Grátis e sem spam.
Gostou desta notícia? Compartilhe!

Dólar comercial encerrou a sessão de sexta-feira com leve recuo; investidores seguem atentos a dados domésticos e ao comportamento do dólar global.

Dólar comercial opera mais baixo após resultados do primeiro turno; volatilidade domina sessão e investidores monitoram sinais sobre ajuste fiscal e fluxo de recursos.

Dólar comercial operava ligeira baixa na sessão; mercado segue atento a rendimentos dos Treasuries, à agenda eleitoral e às expectativas sobre a Selic.

Moeda operava estável pela manhã, enquanto o mercado digere elevação dos yields nos EUA, alta do petróleo e a proximidade das eleições brasileiras.