Conversa telefonica ocorreu no Dia da Independência dos EUA

No sábado, dia 4 de julho, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e o líder russo, Vladimir Putin, mantiveram uma conversa telefônica de aproximadamente 90 minutos, durante a qual Trump ofereceu assistência para resolver o conflito na Ucrânia, conforme indicado por Yuri Ushakov, assessor do Kremlin.
Ushakov destacou que a proposta de apoio surgiu durante a ligação, em meio à presença de Trump na cúpula da OTAN programada para a próxima semana na Turquia. O presidente ucraniano, Volodymyr Zelenskiy, também teve uma interação com Trump e afirmou que o líder americano reafirmou sua intenção de buscar um fim rápido aos combates.
"O presidente americano confirmou mais uma vez sua disposição de trabalhar por um fim rápido dos combates e encontrar soluções para superar a crise
Descrevendo a conversa como "profissional e bastante construtiva", Ushakov mencionou que a Rússia busca promover uma resolução política e diplomática do conflito, levando em conta suas prioridades fundamentais. Ele criticou Kiev e seus aliados por, segundo ele, tentarem prolongar a guerra e promover ataques terroristas contra civis.
✨ A Rússia exige controle total do Donbas, enquanto a Ucrânia rejeita esta condição.
Comando russo informou a Putin sobre a captura da cidade de Kostiantynivka, uma localidade estratégica na região de Donetsk. Entretanto, o governo ucraniano negou essas alegações, afirmando que a cidade ainda está sob seu controle. A Rússia reafirma que qualquer solução deve incluir a dominação total da área do Donbas.
Os esforços diplomáticos dos EUA para intermediar a situação na Ucrânia estão em um impasse, uma vez que Washington está mais focado na guerra com o Irã.
Ushakov expressou que Putin tem um convite aberto para Trump visitar Moscou. Por sua vez, Zelenskiy elogiou a conversa com o presidente americano, descrevendo-a como um diálogo produtivo, principalmente em relação à linha de frente da guerra que se estende por 1.200 quilômetros.
Zelenskiy enfatizou que existe uma chance real de encerrar o conflito e que a posição dos EUA será crucial para esse desfecho, concordando com Trump em continuar as discussões na próxima reunião da OTAN.
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