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Internacional
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USS Gerald R. Ford retorna após missão histórica de 11 meses

Maior porta-aviões americano estabeleceu novo recorde de operação

Camila Souza RamosAtualizado 16 de maio às 14:30
A
USS Gerald R. Ford retorna após missão histórica de 11 meses

O porta-aviões USS Gerald R. Ford, considerado o mais moderno dos Estados Unidos, voltou ao seu porto na Virgínia neste sábado (16) após um destacamento operacional de 11 meses, o mais longo desde o fim da Guerra do Vietnã.

Durante sua missão, a embarcação participou de importantes operações, incluindo a captura do líder venezuelano Nicolás Maduro e envolvimento em conflitos no Irã. O retorno do navio representa um alívio para as famílias dos marinheiros, que enfrentaram um ano repleto de incertezas e emoções.

Recepção calorosa na volta para casa

Os familiares dos tripulantes se reuniram em Norfolk para comemorar a chegada do porta-aviões, expressando sua alegria com cartazes e aplausos enquanto o navio se aproximava do cais. Os marinheiros, por sua vez, acenaram para a multidão ansiosa e festiva.

"

Senti sua falta! Que bom que você voltou

— cartaz de recepção da família.

✨ O almirante Daryl Caudle reconheceu que a missão se estendeu além do planejado, gerando perdas significativas para os marinheiros.

Caudle comentou que a operação, que inicialmente era estimada em sete meses, se prolongou, obrigando a tripulação a perder momentos importantes em suas vidas, como casamentos e nascimentos. Ele ressaltou as dificuldades enfrentadas, especialmente a luta contra um incêndio que ocorreu a bordo em março.

O incêndio, que começou na lavanderia do porta-aviões, exigiu que a tripulação trabalhasse por cerca de 30 horas para controlar a situação, sem ferimentos graves. Contudo, os danos causaram complicações na rotina dos marinheiros, incluindo a falta de acesso às camas.

Contexto do incêndio

O incêndio a bordo do USS Gerald R. Ford segue sob investigação. Este incidente se soma a problemas recorrentes com o sistema de encanamento, que também afetaram a operação do navio.

As famílias demonstraram preocupação constante com os desafios enfrentados durante a missão. Apesar de ser um porta-aviões tecnologicamente avançado, ainda existiam receios sobre a segurança a bordo, refletindo uma ansiedade coletiva.

Camila Souza Ramos

Jornalista especializado em Internacional com mais de 10 anos de experiência. Apaixonado por contar histórias que fazem a diferença.

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