Processo pode ser pioneiro na Austrália sobre responsabilidade de redes sociais.

Uma ação coletiva foi movida contra o Facebook e o Instagram, plataformas da Meta, no tribunal australiano, alegando que as redes sociais expuseram crianças a conteúdos prejudiciais e as mantiveram viciadas através de algoritmos.
A ação, protocolada pelo escritório MinterEllison à Corte Federal da Austrália, pode se tornar a primeira a responsabilizar as empresas de tecnologia por danos causados a usuários menores de idade. O processo representa oito autores que afirmam ter sofrido consequências negativas devido ao uso das plataformas quando tinham menos de 18 anos e buscam reparação financeira.
✨ Meta se manifestou, afirmando estar ciente da ação e que se defenderá de forma vigorosa.
A Corte emitiu uma ordem de sigilo proibindo a divulgação de detalhes que poderiam revelar a identidade dos autores ou o conteúdo da petição inicial. Este processo surge em um contexto de tensões entre a Austrália e as grandes empresas de tecnologia, especialmente após a implementação de uma nova lei que proíbe o uso de redes sociais por menores de 16 anos.
Recentemente, a Meta concordou em pagar US$ 18 bilhões para resolver disputas com quase todos os estados dos EUA, relacionadas a acusações de que suas plataformas foram projetadas para viciar crianças.
Receba as principais notícias e análises diretamente no seu email. Grátis e sem spam.
Gostou desta notícia? Compartilhe!

Procurador-geral solicita que Meta implementa restrições e proteções adicionais.

Decisão tem impacto potencial de R$ 35 bilhões, mas modulação dos efeitos ainda será definida pelo Supremo.

Ministério Público anuncia recurso após decisão judicial

Virtuais plataformas enfrentam a acusação de prejudicar a saúde mental de uma adolescente com recursos viciantes.