Tribunal de Justiça do Paraná considera sequelas físicas do ex-policial ao decidir por medida alternativa

O Tribunal de Justiça do Estado do Paraná decidiu conceder prisão domiciliar a Jorge Guaranho, que foi condenado pelo assassinato do petista Marcelo Arruda, um crime brutal ocorrido em 2022.
A defesa de Guaranho, ex-policial penal com tendências bolsonaristas, argumentou que ele apresenta um quadro de sequelas neurológicas e ortopédicas, resultantes das agressões sofridas na data do crime. Os advogados relataram que ele enfrenta limitações de movimento e dificuldades para realizar tarefas cotidianas, como se alimentar.
"Guaranho necessita de cuidados e tratamentos especializados em virtude de suas condições de saúde
✨ O crime ocorreu em uma festa de aniversário temática, que exaltava a figura do presidente Lula e sua legenda, o PT.
Jorge Guaranho invadiu a festa e disparou contra Marcelo Arruda após um desentendimento de natureza política, em um cenário de tensão eleitoral.
Anteriormente, em março de 2024, o TJ do Paraná já havia revogado a medida de prisão domiciliar a pedido do Ministério Público, que alegou a belicosidade de Guaranho, justificando a necessidade de seu retorno à prisão.
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Jornalista especializado em Justiça

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