Estados devem solicitar avisos ao Centro Nacional de Gerenciamento de Riscos.

Após um ataque cibernético, o governo federal decidiu restringir o acesso ao sistema Defesa Civil Alerta, exigindo que estados solicitem alertas ao Centro Nacional de Gerenciamento de Riscos e Desastres.
Com a plataforma funcionando de forma limitada, apenas o Centro Nacional tem acesso direto, enquanto as Defesas Civis estaduais devem formalizar pedidos para a emissão de alertas em situações de eventos climáticos extremos.
✨ O sistema Defesa Civil foi temporariamente retirado do ar após o incidente cibernético.
De acordo com informações do Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional, o sistema se encontra atualmente em testes para assegurar sua segurança antes do retorno total da operação.
Tiago Schnorr, coordenador-geral de Monitoramento e Alerta, confirmou que não há previsão para a restauração completa da plataforma. A equipe de tecnologia está verificando medidas para implementar a segurança necessária.
As investigações sobre a origem do ataque estão em andamento, com a Polícia Federal já realizando uma apuração preliminar. O incidente ocorreu entre 19 e 20 de novembro, durante o qual alertas sonoros com a palavra "misantropi4" foram emitidos, sugerindo um possível ataque hacker.
As alertas extremos foram disparados de maneira não convencional, levando o governo a tomar medidas de segurança, como a suspensão de contas comprometidas e o bloqueio de acessos externos à Interface de Divulgação de Alertas Públicos.
O sistema da Defesa Civil oferece dois níveis de alerta: Severos, que requerem ações preventivas em condições graves, e Extremos, que indicam risco à vida e propriedade, com interrupção no modo silencioso.
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Jornalista especializado em Justiça

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