Atacante pede a retirada de propaganda utilizada na campanha eleitoral do candidato ao governo do Rio de Janeiro

O atacante Vinícius Júnior moveu uma ação na Justiça Eleitoral contra a campanha de Douglas Ruas, candidato ao governo do Rio de Janeiro, devido ao uso não autorizado de sua imagem em uma peça publicitária. O jogador requer que o material seja removido de todas as inserções eleitorais e plataformas digitais, além de pedir o direito de resposta.
A ação já foi encaminhada ao Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ), que é responsável por questões eleitorais no estado. A campanha de Douglas Ruas, ao ser contatada, afirmou que tomou medidas para retirar o conteúdo assim que soube da ação.
✨ De acordo com a defesa de Vinícius Júnior, sua imagem foi usada sem autorização em materiais que foram exibidos em 13 de setembro e republicados nas redes sociais do candidato.
Os representantes do jogador alegam que a forma como sua imagem foi utilizada poderia gerar uma associação de apoio entre Vinícius e Douglas Ruas, uma vez que o atleta não declarou apoio a nenhum candidato nas eleições de 2026. A defesa destaca ainda que a veiculação não se limitou à televisão, abrangendo também as redes sociais.
O processo foi inicialmente registrado na 238ª Zona Eleitoral do Rio, mas foi realocado para o TRE-RJ, pois a juíza daquela unidade não tinha competência para julgar a questão que envolve a eleição para governador.
Até o momento, não houve decisão sobre a legalidade da utilização da imagem do atacante, nem sobre a possível retirada da propaganda ou a concessão do direito de resposta. A Justiça Eleitoral irá analisar os pedidos da defesa.
A campanha de Douglas Ruas, por sua vez, pediu desculpas pela utilização das imagens e afirmou que não houve intenção de constranger o atleta. A Justiça ainda está para decidir sobre os argumentos apresentados.
Receba as principais notícias e análises diretamente no seu email. Grátis e sem spam.
Gostou desta notícia? Compartilhe!
Jornalista especializado em Justiça

Decisão do ministro Marco Aurélio Bellizze atende pedido da campanha do presidente.

Metodologia inédita ajuda a rastrear bens associados a organizações criminosas ultraviolentas.

Decisão tem impacto potencial de R$ 35 bilhões, mas modulação dos efeitos ainda será definida pelo Supremo.

Decisão inclui bloqueio de bens e impedimentos aos integrantes da família do trabalhador.