Os mercados agropecuários mostram movimentos distintos nesta terça-feira.

Nesta terça-feira, 4 de agosto, o mercado de Nova York observa um desempenho variado entre as principais commodities agrícolas. O café experimenta uma valorização, refletindo a lenta colheita no Brasil, enquanto o cacau e o algodão declinam.
Os contratos de café com entrega prevista para setembro de 2026 estão em alta de 0,36%, cotados a 3,2035 centavos de dólar por libra-peso. A dificuldade na colheita, com apenas 58,3% concluído até 24 de julho, contrasta com os 67% do ano anterior, como informou a Barchart.
Os preços do cacau caem 0,32%, com os contratos para setembro de 2026 sendo negociados a US$ 5.922 por tonelada. Esta queda vem após uma valorização significativa de 10% na última sessão, onde o cacau atingiu o maior valor em duas semanas.
Em contrapartida, o açúcar está em alta, com contratos para outubro de 2026 subindo 0,87%, a US$ 15,13 por libra-peso. Essa elevação é impulsionada por expectativas de uma oferta futura mais limitada, segundo a Barchart.
O algodão, por outro lado, passa por uma queda de 0,34%, com preços a 82,28 centavos de dólar por libra-peso. O suco de laranja concentrado apresenta um declínio de 2,4%, estando cotado a US$ 1,5305 por libra-peso.
✨ Café em destaque: alta motivada por colheita lenta no Brasil.
Os dados da Barchart apontam que o desempenho dos produtos agrícolas na bolsa de Nova York reflete não apenas condições de mercado, mas também fatores climáticos e de oferta no Brasil e outros países produtores.
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Jornalista especializado em Mercado Financeiro

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