A Igreja Universal busca salvar o banco em meio a investigação judicial.

Edir Macedo, um dos mais ricos líderes religiosos do mundo com um patrimônio estimado em 2 bilhões de dólares, enfrenta uma crise significativa com o seu banco, o Digimais, que está sob investigação judicial por práticas financeiras fraudulentas.
A situação se agrava com a necessidade urgente de um aporte de 2 bilhões de reais para evitar a liquidação do banco e assegurar a venda ao BTG Pactual, que está em negociação.
O Digimais tem sido alvo da Operação Miragem, que investiga fraudes, incluindo a superavaliação de ativos e manipulação de contas. Essas práticas geraram um rombo significativo na contabilidade da instituição.
✨ Crises financeiras alçadas evidenciam a fragilidade do conglomerado de Edir Macedo.
O banco já havia enfrentado consequências similares no passado, quando Macedo comprou uma participação no então Banco Renner, que se reestruturou como Digimais.
Enquanto o Digimais luta por sua sobrevivência, a Igreja Universal pode ter que arcar com as perdas financeiras. A Record, emissora ligada à igreja, já está avaliando suas opções para ajudar a cobrir os déficits do banco.
As ações da igreja e do banco estão sendo monitoradas de perto, e a possível liquidação apresentaria um golpe devastador nas operações de Macedo e sua influência dentro do Brasil.
O futuro do Digimais e seu papel dentro do conglomerado de Macedo permanecem incertos, enquanto ele afirma não ter conexão direta com as operações fraudulentas, atribuindo a responsabilidade aos executivos.
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Jornalista especializado em Negócios

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