A empresa mira universalização do saneamento até 2033

A Equatorial conquistou o controle de até 30% da Copasa, estatal de saneamento de Minas Gerais, após vencer o processo de privatização, garantindo ao governo estadual direitos de veto em decisões estratégicas.
Augusto Miranda, CEO da Equatorial, anunciou que a empresa intensificará investimentos para atingir a universalização dos serviços de saneamento até 2033, conforme as diretrizes estabelecidas pelo Marco Legal do saneamento.
Durante uma cerimônia de toque de campainha na B3 em São Paulo, Miranda destacou que a Equatorial está comprometida em transformar o setor de saneamento. "Acreditamos no saneamento como instrumento de transformação e vamos acelerar a universalização", afirmou.
✨ O Novo Marco Legal do Saneamento prevê que 99% da população tenha acesso à água potável e 90% ao tratamento de esgoto até 31 de dezembro de 2033.
A Equatorial foi a única proponente no processo de privatização da Copasa, oferecendo R$ 49,03 por ação, superando o preço mínimo de R$ 47,23 estabelecido pela estatal.
Com essa nova configuração, o governo de Minas Gerais diminuiu sua participação de 50% para 5% na Copasa, mantendo o direito de veto, caracterizado pela golden share.
Miranda também indicou que esta privatização abre um novo capítulo para a Equatorial, cuja estratégia inclui expandir além do setor de energia elétrica.
Esta privatização é uma das mais significativas do setor de infraestrutura brasileiro, posicionando-se como a segunda maior do setor de saneamento em bolsa, atrás apenas da privatização da Sabesp.
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