Candidato do Missão critica relação com o STF e fala sobre impeachment.

Renan Santos, candidato à Presidência pelo partido Missão, revelou em uma entrevista ao Brado Jornal que, se eleito, ignorará decisões do ministro do STF, Alexandre de Moraes. Ele criticou a atuação atual do Judiciário e afirmou que 'decisão ilegal não se cumpre', chamando a relação entre o STF e outras instituições de um 'jogo de impunidade'.
Durante a conversa, Santos destacou a importância de sua preparação para indicar ministros ao STF, já que quatro dessas posições estão em aberto, além de duas vagas deixadas por Moraes e Dias Toffoli. Ele indicou que usará o período de transição para pressionar o Senado a avançar em pedidos de impeachment contra os ministros, afirmando que a governabilidade do país poderá depender dessas ações.
✨ "O país vai ficar interditado até derrubar esses dois ministros", disse Santos, ressaltando a gravidade da situação.
Renan também falou sobre sua recente suspensão de candidatura imposta por Toffoli, que alegou falta de transparência nas redes sociais da campanha. Santos afirmou que o processo tinha pareceres favoráveis do Ministério Público antes da decisão de Toffoli, e expressou preocupação com a possibilidade de uma cassação permanente de sua candidatura.
Por fim, o candidato abordou a influência do ex-banqueiro Daniel Vorcaro, sugerindo que a eleição está sendo manipulada por informações que ele possui e que poderiam impactar tanto o petismo quanto a oposição bolsonarista. Santos mencionou que Vorcaro está, de certa forma, controlando o cenário eleitoral da prisão.
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