Saneantes da empresa permanecem sem comercialização após fiscalização

A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) decidiu, em nova resolução publicada no Diário Oficial da União, manter a proibição da comercialização, distribuição e uso de diversos produtos da marca Ypê devido a irregularidades nas Boas Práticas de Fabricação identificadas em uma inspeção realizada em abril.
A suspensão se aplica a produtos fabricados antes de 1º de março de 2026, que apresentam o número final '1' em seus lotes. As categorias afetadas incluem desinfetantes, detergentes para roupas e lava-louças. A Anvisa identificou que os produtos estavam em desacordo com a RDC nº 47/2013, que estabelece o Regulamento Técnico de Boas Práticas de Fabricação.
✨ Desinfetantes e lava-roupas continuam suspensos devido a falhas na fabricação.
A Ypê orientou consumidores a entrarem em contato com o SAC caso possuam produtos fabricados até 31 de março de 2026 com numeração final '1', para solicitar troca ou reembolso.
A empresa já informou que lava-louças e desinfetantes fabricados em março de 2026 foram autorizados, mas recomenda que produtos ainda não liberados sejam armazenados com segurança até nova autorização da Anvisa.
A crise começou em maio, após a Anvisa suspender mais de 100 lotes da marca Ypê devido a contaminações microbiológicas, incluindo a bactéria Pseudomonas aeruginosa. Esta situação levou ao recolhimento de produtos e à interrupção das atividades em uma das fábricas da empresa.
"A unidade já reúne as condições necessárias para operar com segurança e oferecer produtos sem risco à saúde
Apesar da proibição, a Ypê já implementou ações corretivas e apresentou laudos a Anvisa, buscando a liberação de seus produtos em conformidade com os requisitos sanitários.
Receba as principais notícias e análises diretamente no seu email. Grátis e sem spam.
Gostou desta notícia? Compartilhe!

Bactéria salmonella foi identificada em análise laboratorial

Regulamentação avisa sobre os perigos associados ao uso desses itens

Novas vacinas devem ser monovalentes com antígenos específicos

Novas diretrizes visam melhorar a resposta imunológica no Brasil