Ataques hackers também afetaram o banco Crédit Mutuel Arkéa, com desvio estimado de 100 milhões de euros.

O FBI acusou a Coreia do Norte de ser responsável pelo ataque à Binance, que resultou no maior roubo de criptomoedas já registrado, desviando US$ 6,3 bilhões da corretora. Em uma sequência de eventos, o banco francês Crédit Mutuel Arkéa também foi atacado, com um desvio estimado de 100 milhões de euros.
Segundo especialistas, cada instituição foi alvo de táticas diferentes. No caso da Binance, o ataque foi direcionado às carteiras de criptomoedas, enquanto no Crédit Mutuel Arkéa, os hackers acessaram diretamente os sistemas do banco, convertendo os valores em criptomoedas para facilitar a movimentação interna.
✨ O ataque à Binance, que desviou 6,3 bilhões de dólares, foi classificado como o maior no setor de criptomoedas da história.
A análise do ataque à Binance sugere que a invasão pode ter ocorrido através do notebook de um engenheiro da corretora. A Binance iniciou uma investigação para rastrear o caminho do ataque, identificando múltiplos pontos de invasão que possibilitaram o acesso às chaves privadas de algumas de suas carteiras.
No caso do Crédit Mutuel Arkéa, os hackers realizaram transferências a outros bancos, mas a instituição garantiu que as contas de seus clientes não foram comprometidas. Parte dos valores roubados foi para o banco Kraken, que emitiu um alerta por transações suspeitas.
O aumento da sofisticação dos ciberataques levanta preocupações sobre a segurança das instituições financeiras. Especialistas notam uma tendência de uso de inteligência artificial por parte de hackers, o que pode aumentar a eficácia de ataques futuros, tornando a vigilância constante e a mitigação de riscos uma prioridade.
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