A empresa identificou uso indevido de seus modelos em espionagens e pesquisas perigosas.

A Anthropic anunciou que suspendeu diversas operações de vigilância que utilizavam seus modelos de inteligência artificial (IA) para espionar minorias e dissidentes. A empresa também alertou sobre o crescente uso da IA por governos para fins de espionagem.
Os incidentes foram identificados entre janeiro e julho, com origem em países como China e Irã, além de nações da África Ocidental, e interrompidos a tempo. O relatório da Anthropic destaca que as ações miravam comunidades da diáspora e grupos historicamente perseguidos.
✨ Entre os grupos afetados estão ativistas de Hong Kong e minorias tibetanas, além de opositores do governo iraniano. A empresa detalhou que algumas tentativas de espionagem incluíam o uso de contas em redes sociais para identificar indivíduos.
Além disso, a Anthropic bloqueou tentativas de desenvolver armas e conduzir pesquisas biológicas problemáticas. Sobre as investigações ligadas a armas biológicas, a empresa relatou que os envolvidos eram cientistas, mas não deu detalhes sobre suas intenções para evitar riscos a eles.
Os estudos estavam voltados para vírus como o chikungunya, uma cepa patogênica de gripe aviária e outros patógenos. A Anthropic também acusou desenvolvedores da China de utilização indevida de seus modelos para melhorar suas próprias tecnologias.
Receba as principais notícias e análises diretamente no seu email. Grátis e sem spam.
Gostou desta notícia? Compartilhe!
Jornalista especializado em Tecnologia

Acordo visa desenvolver infraestrutura de inteligência artificial para data centers.

Invasão sem precedentes levanta dúvidas sobre segurança de IA.

Acordo poderia diversificar fontes de receita da Meta

Gigante da IA busca 5% de participação acionária para compartilhar benefícios