Flutuações e políticas de biocombustíveis marcam o fechamento da semana

O mercado de óleos vegetais fechou a semana em 26 de junho sob a influência das oscilações nos preços do petróleo e das demandas crescentes por biocombustíveis. Segundo a StoneX, a recente queda nos preços do petróleo foi impulsionada por avanços nas negociações de cessar-fogo entre os Estados Unidos e o Irã, além da reabertura do Estreito de Ormuz.
Na Bolsa de Chicago, o preço do contrato de julho do óleo de soja foi cotado a 71,30 centavos de dólar por libra-peso na sexta-feira, representando uma alta de aproximadamente 2,31% em relação à semana anterior, quando os preços reagiram negativamente ao acordo entre Estados Unidos e Irã. O contrato com vencimento em dezembro também teve uma valorização, atingindo 67,09 centavos por libra-peso.
✨ A diferença de preços entre os contratos de julho e dezembro superou 4,20 centavos de dólar, demonstrando maior valorização do contrato mais próximo.
Por outro lado, o mercado de óleo de palma mostrou desempenho negativo. Na bolsa da Malásia, o contrato de setembro caiu 0,5%, fechando a sexta-feira a US$ 1.118,25 por tonelada. Contudo, na segunda-feira seguinte, o mesmo contrato subiu 0,46% para US$ 1.128,91 por tonelada, impulsionado por dados recentes sobre exportação e a expectativa de implementação do B50 na Indonésia em 1º de julho.
Fatores como a pressão no preço do petróleo e a demanda por biocombustíveis, aliados ao suporte dos RINs, contribuem para uma perspectiva otimista no mercado de óleos vegetais.
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Jornalista especializado em Agronegócio

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