Índice alcança menor nível desde março de 2022, segundo a FGV.

O Índice de Confiança da Construção (ICST) registou uma queda de 1 ponto em abril, alcançando 92,6 pontos, conforme dados divulgados pela Fundação Getulio Vargas (FGV) nesta segunda-feira.
✨ O índice atinge o menor patamar desde março de 2022.
Na média móvel trimestral, o ICST mostrou uma redução de 0,4 ponto. Ana Maria Castelo, coordenadora de Projetos da Construção do FGV IBRE, observou que o otimismo observado no início do ano não se consolidou.
Além da dificuldade constante relacionada à escassez de mão de obra, o setor enfrenta os impactos da alta nos preços dos insumos, uma consequência direta da guerra no Oriente Médio. Castelo salienta que as obras vinculadas a programas como o Minha Casa Minha Vida não contemplam cláusulas de reajuste, o que pode levar a um necessário reequilíbrio econômico nos contratos devido ao aumento dos custos.
"A extensão do conflito pode, em última instância, afetar o ritmo de obras.
Analisando o índice, o componente que mede a situação atual dos negócios caiu 1,7 ponto, situando-se em 91,7 pontos, o mais baixo desde fevereiro de 2022. Por outro lado, o índice de expectativas teve uma diminuição de 0,3 pontos, alcançando 93,7 pontos.
O indicador de demanda para os próximos três meses caiu 2 pontos, chegando a 94,9 pontos, enquanto o indicador de tendência para os negócios nos próximos seis meses aumentou 1,4 ponto, alcançando 92,4 pontos.
O Nível de Utilização da Capacidade Instalada (Nuci) na construção teve um leve crescimento de 0,2 ponto percentual, atingindo 77,8% em abril.
Receba as principais notícias e análises diretamente no seu email. Grátis e sem spam.
Gostou desta notícia? Compartilhe!

Jornalista especializado em Economia

Dólar comercial caía nesta sexta-feira; investidores monitoram decisão do Banco Central, movimento dos Treasuries e sinalizações externas.

Dólar comercial era negociado próximo de R$ 5,09 na manhã; investidores acompanham expectativa de corte de juros no Brasil e dados internacionais.

Moeda fechou próxima de R$ 5,10 (último fechamento disponível) enquanto investidores seguem atentos a dados internacionais e desdobramentos políticos no Brasil.

Mercado acompanha anúncio de leilões cambiais do Banco Central, pesquisas eleitorais e fluxo para a bolsa; movimentação reduz pressão sobre o câmbio nesta manhã.