Instituições financeiras prevêem piora na inadimplência no terceiro trimestre

Uma nova pesquisa realizada pelo Banco Central com 70 instituições financeiras, divulgada nesta quinta-feira (20), revela que a incerteza no setor financeiro permanece elevada, com a inadimplência impactando negativamente a oferta de crédito no Brasil.
Os bancos projetam que o cenário de inadimplência deve continuar a se deteriorar no terceiro trimestre de 2026, embora em um ritmo menos acelerado do que o verificado no segundo trimestre deste ano.
Em termos de crédito para consumo, foi observada uma significativa restrição na oferta durante o segundo trimestre. Os bancos indicaram que essa tendência continuará a se acentuar nos próximos meses, impulsionada pela aversão ao risco e por fatores econômicos adicionais. No entanto, a boa situação do mercado de trabalho pode atenuar um pouco essas restrições.
"Condições favoráveis do mercado de trabalho podem contribuir para suavizar os efeitos da restrição de crédito
✨ A nova fase do programa Desenrola, com foco na renegociação de dívidas, está disponível até 31 de agosto.
Apesar das iniciativas do governo para melhorar a situação dos devedores, como a nova etapa do programa Desenrola, a pesquisa reflete um clima de pessimismo entre os bancos.
Além disso, a pesquisa destacou que a política de juros restritivos adotada pelo Banco Central para combater a inflação também contribui para um aperto na oferta de crédito, tanto para pessoas físicas quanto para empresas.
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No último pregão útil (30/10/2026) o dólar comercial encerrou perto de R$ 5,45; PTAX do Banco Central ficou em R$ 5,4212. Movimentação reflete tensões políticas domésticas e reação a juros e yields nos EUA.

No último fechamento disponível (21/10/2026) a PTAX registrou R$ 5,0277; na manhã de 22/10 a moeda era negociada em torno de R$ 5,03 em cotações intradiárias.