Quatorze entidades defendem fortalecimento do órgão e seu orçamento.

Nesta quarta-feira (20), quatorze associações do setor financeiro manifestaram apoio ao presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, ressaltando a importância da autonomia financeira e orçamentária da instituição.
O grupo exige um aumento no orçamento e na equipe do Banco Central para garantir a continuidade das suas funções de regulação, supervisão e fiscalização do sistema financeiro brasileiro.
✨ A nota destaca uma 'urgente necessidade' de fortalecimento da estrutura do Banco Central.
Entre as organizações que assinaram o documento estão a Federação Brasileira de Bancos (Febraban), a Associação de Bancos Brasileiros (ABBC), a Associação Brasileira de Câmbio (Abracam), e a Associação Brasileira de Fintechs (ABFintechs), que juntos representam mais de mil associados.
A declaração aponta que um Banco Central robusto pode melhorar a percepção de risco do Brasil, estabilizar a política monetária e atualizar o sistema financeiro.
Além disso, as entidades enfatizam que um órgão independente e competente é vital para manter a credibilidade do setor e prevenir crises financeiras.
Embora a nota não aborde diretamente setores específicos da economia, as questões levantadas impactam diretamente o ambiente de crédito, juros e câmbio, o que afeta o financiamento de produtores rurais e agroindústrias.
O documento não apresenta novas medidas operacionais ou prazos para a implementação das solicitações ao Banco Central, e os efeitos sobre crédito e funcionamento do sistema financeiro aguardam decisões ainda não reveladas.
Além da Febraban, assinam a nota entidades como Abac, Abcripto, Abecs, Abipag, Abranet, Anef, Acrefi, Apiimf e Zetta.
Receba as principais notícias e análises diretamente no seu email. Grátis e sem spam.
Gostou desta notícia? Compartilhe!

Crescimento ocorre em um cenário de juros elevados e inflação.

Mudanças propostas no Senado poderiam impactar crédito rural no Brasil

Resultados eleitorais e declarações influenciam oscilações no mercado financeiro.

Entre as famílias de menor renda, saldo de dívidas apresentou queda, aponta levantamento.