Associação pede medidas para mitigar impactos das tarifas no setor

A partir de 24 de março, as exportações de máquinas e equipamentos brasileiros para os Estados Unidos estarão sujeitas a uma sobretaxa de 37,5%, trazendo preocupações significativas para o setor.
Em resposta a essa nova tarifa, a Abimaq (Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos) fez um apelo ao governo para que sejam adiados os tributos federais e que o programa Reintegra seja ampliado.
"A Abimaq enfatiza a necessidade de medidas complementares, como o fortalecimento da promoção comercial e a elevação da alíquota do Reintegra para 5%.”
✨ A ampliação do Reintegra é vista como essencial para preservar a competitividade internacional da indústria brasileira.
Atualmente, a alíquota do Reintegra é de 3% para microempresas e pequenos empreendedores. A proposta de aumentá-la para 5% busca ajudar os exportadores a recuperar parte dos tributos pagos ao longo da cadeia produtiva.
A Abimaq alertou sobre o impacto negativo que o acúmulo de tributos não recuperados pode causar, estimando que essa carga excede 5% do valor das exportações do setor.
A associação também expressou preocupações sobre a Lei da Reciprocidade, argumentando que uma retaliação do Brasil poderia não resolver as questões existentes, mas sim aumentar custos e incertezas no mercado.
Após a decisão dos EUA sobre a tarifa de 12,5%, o governo brasileiro indicou que iniciará ações de acordo com a Lei de Reciprocidade.
Receba as principais notícias e análises diretamente no seu email. Grátis e sem spam.
Gostou desta notícia? Compartilhe!
Jornalista especializado em Economia

No último pregão disponível (16/10/2026) a taxa de referência do Banco Central subiu; cenário externo e incertezas eleitorais continuam influenciando o câmbio.

No último pregão (sexta‑feira, 16/10/2026) a PTAX de venda do Banco Central fechou perto de R$ 5,08; provedores de mercado apontavam negócios intradiários ao redor de R$ 5,06.

Última referência oficial (PTAX) foi de R$ 4,9892 em 09/10/2026; fatores eleitorais e movimentos de juros internacionais seguem no radar dos investidores.

Dólar comercial encerrou a sessão de sexta-feira com leve recuo; investidores seguem atentos a dados domésticos e ao comportamento do dólar global.