Atração causa polêmica ao expor trabalhadores em situações vexatórias

O Ministério Público do Trabalho iniciou um inquérito para investigar possíveis irregularidades no reality show "As Patroas", apresentado por Viih Tube e Eliezer, após uma reação negativa do público.
O programa, que prometia prêmios de até 60 mil reais, consistia em desafios entre os 11 funcionários do casal — incluindo babás, cozinheiros e motoristas, que eram submetidos a situações de constrangimento, como a busca em privadas e lixeiras.
✨ Após críticas generalizadas, o conteúdo foi retirado do ar, e o casal ainda não se manifestou sobre o assunto.
A deputada estadual Ediane Maria, do PSOL, foi uma das vozes que se opuseram ao programa, afirmando que transformar trabalhadores em entretenimento é uma forma cruel de desumanização. Em suas redes sociais, ela enfatizou: "Exploração humana não é conteúdo de reality show; humilhar trabalhador não é entretenimento".
O Tribunal Superior do Trabalho também abordou o tema em suas redes, ressaltando que a exposição de trabalhadores a situações humilhantes pode ser caracterizada como assédio moral. O TST enfatizou que a dignidade da pessoa humana é protegida pela Constituição e que a Justiça do Trabalho responsabiliza condutas abusivas.
✨ "Humilhação não é entretenimento", afirmaram os representantes do TST, reiterando a importância do respeito no ambiente de trabalho, incluindo o doméstico.
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