BN
BocaNoticias
AgronegócioPolíticaEconomiaEsportesInternacionalClimaCotaçõesLua Hoje
Agronegócio
Culturas Agrícolas
Produção Rural
Pecuária
Agricultura Sustentável
Política
Governo
Congresso
Leis
Eleições
Economia
Dólar
Juros
Bancos
Bolsa
Commodities
PIB
Criptomoedas
Esportes

Futebol

Brasileirão
Libertadores
Seleção Brasileira
Copa do Mundo
Futebol Internacional
Jogos de Hoje
Internacional
China
EUA
Europa
Clima
Previsão do Tempo
Chuvas
Seca
Cotações
Soja
Milho
Boi Gordo
Café
Açúcar
Trigo
Frango
Algodão
Lua Hoje

Mais categorias

Negócios
Justiça
Mercado Financeiro
Saúde
Vacinas
Pandemias
Tecnologia
Inteligência Artificial
Startups
Drones
Segurança
Meio Ambiente
Sustentabilidade
Carbono
Florestas
Cultura & Entretenimento
Educação
Pesquisa
Universidades
Cursos
Energia
Loterias
Mega-Sena
Lotofácil
Quina
Lotomania
Dia de Sorte
Brasil
Ciência
Automóveis
Gastronomia
Horóscopo
Trabalho
Turismo
Religião
Curiosidades

Sobre Nós

BocaNoticias é seu portal de notícias moderno, trazendo as últimas informações de tecnologia, esportes, cultura e mundo.

Links Úteis

  • Sobre Nós
  • Contato
  • Publicidade
  • Política de Privacidade

Categorias

  • Agronegócio
  • Política
  • Economia
  • Esportes
  • Clima
  • Cotações
  • Lua de Hoje

Newsletter

Receba as principais notícias diretamente no seu email.

© 2026 BocaNoticias. Todos os direitos reservados.

Voltar

Nesta Notícia

2
Publicidade
Justiça
2 min de leitura

CNJ decide afastar juíza Gabriela Hardt por dois anos

Conselheiro Rodrigo Badaró vota pela punição em caso da Lava Jato

Gabriel RodriguesAtualizado 04 de agosto às 19:30
A
CNJ decide afastar juíza Gabriela Hardt por dois anos
Publicidade

O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) decidiu, em votação nesta terça-feira, afastar a juíza Gabriela Hardt por um período de dois anos. O conselheiro Rodrigo Badaró foi o responsável pela proposta, que se baseou em irregularidades cometidas durante a atuação de Hardt na Operação Lava Jato.

Até o momento, a votação está 2 a 0 pelo afastamento da juíza. Badaró argumenta que Hardt não agiu com a prudência necessária ao homologar um acordo em menos de 48 horas, o que constituía um risco significativo, considerando a gravidade das implicações.

Irregularidades no Acordo

A apuração começou em 2024, após uma fiscalização da Corregedoria que revelou que Hardt validou um acordo com o potencial de criar uma fundação privada financiada com recursos da Lava Jato, que poderia ultrapassar R$ 2 bilhões. O incidente aconteceu quando a juíza estava à frente da 13ª Vara Federal em Curitiba.

✨ O conselheiro Badaró ressaltou a falta de crítica e análise aprofundada por parte da juíza ao homologar o acordo.

Em sua argumentação, Badaró afirmou que sua intenção não é insinuar que Hardt teve quaisquer intenções de desvio de valores, mas sim enfatizar a falta de cuidado na sua atuação decisória. No entanto, a defesa da juíza contesta a alegação de irregularidades, ressaltando que a criação da fundação não se concretizou e que não houve movimentação de valores devido a sua decisão.

Publicidade

Defesa e Reações

O subprocurador-geral da República, José Adônis Callou de Araújo Sá, defendeu a rejeição do processo, alegando que não há fundamentos que justifiquem uma punição. Ele questionou a validade da acusação, destacando que as movimentações financeiras relacionadas ao caso foram determinadas por decisões do STF e não por ações da juíza.

A defesa de Gabriela Hardt argumentou que um ato judicial anulado não deve resultar na abertura de um processo disciplinar e alertou sobre os riscos que a punição representa para a independência da magistratura criminal.

Publicidade

Gabriel Rodrigues

Jornalista especializado em Justiça com mais de 10 anos de experiência. Apaixonado por contar histórias que fazem a diferença.

Leia Também

Tribunal de Justiça suspende reforma do estatuto do Corinthians pela quarta vez

Tribunal de Justiça suspende reforma do estatuto do Corinthians pela quarta vez

Esportes
Mais de mil candidaturas são barradas pela Justiça Eleitoral

Mais de mil candidaturas são barradas pela Justiça Eleitoral

Política
Fórum Mundial da Ayahuasca aborda questões legais e direitos indígenas

Fórum Mundial da Ayahuasca aborda questões legais e direitos indígenas

Cultura & Entretenimento

Tópicos Relacionados

#Justica#Direito#Conselho Nacional De Justica#Lava Jato#Processo Disciplinar#Gabriela Hardt

Não perca nenhuma notícia!

Receba as principais notícias e análises diretamente no seu email. Grátis e sem spam.

Ao assinar, você concorda com nossa política de privacidade.

Gostou desta notícia? Compartilhe!

Gabriel Rodrigues

Jornalista especializado em Justiça

Publicidade

Notícias Relacionadas

STF define que absolvição criminal não bloqueia ação de improbidade

STF define que absolvição criminal não bloqueia ação de improbidade

Justiça
STF ainda não decide sobre análise dos casos Moraes e Mendonça

STF ainda não decide sobre análise dos casos Moraes e Mendonça

Justiça
STF avança em súmula contra pautas-bomba propostas por Gilmar Mendes

STF avança em súmula contra pautas-bomba propostas por Gilmar Mendes

Justiça
Publicidade

Mais de Justiça

CNJ analisa processos contra juíza da Lava Jato por desvio milionário
Justiça

CNJ analisa processos contra juíza da Lava Jato por desvio milionário

Investigação envolve Gabriela Hardt e esquema de R$ 2,5 bilhões

04 de ago.Gabriel Rodrigues
STF rejeita habeas corpus de ex-gerente da Petrobras por Lava Jato
Justiça

STF rejeita habeas corpus de ex-gerente da Petrobras por Lava Jato

Dias Toffoli descarta pedido que visava declaração de prescrição.

21 de jul.Gabriel Rodrigues
Fachin afirma que punições a juízes devem ser aplicadas em 30 dias
Justiça

Fachin afirma que punições a juízes devem ser aplicadas em 30 dias

Presidente do STF destaca necessidade de penalizar condutas inadequadas

29 de mai.Camila Souza Ramos
STF valida mudança na Lei de Improbidade Administrativa
Justiça

STF valida mudança na Lei de Improbidade Administrativa

Decisão encerra a tipificação culposa para atos de improbidade

28 de mai.Mariana Souza
Publicidade