Ministro é criticado por colegas e defende normas de conduta em meio a tensões internas.

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, tem adotado uma postura considerada excessivamente institucional por alguns colegas, especialmente durante a atual crise no tribunal.
Críticos apontam que Fachin repete a estratégia utilizada no início do escândalo do Banco Master, defendendo o Código de Ética e procrastinando decisões que poderiam favorecer seus colegas. Essa postura já havia gerado descontentamento entre os ministros, deixando-o isolado na Corte.
✨ Recentemente, Fachin manifestou apoio a uma norma de conduta para os ministros e ao término do inquérito das fake news, que é usado por Alexandre de Moraes para investigar André Mendonça por suposto abuso de poder.
Mendonça, relator dos casos do Banco Master e INSS, levantou o sigilo das conversas entre Moraes e Daniel Vorcaro. Essa iniciativa causou insatisfação na corporação, levando a Advocacia-Geral da União a contestar suas ações.
Fachin, ao ser indagado sobre o afastamento do diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, concedeu um prazo para a manifestação de Mendonça, o que muitos acreditam que prolongou a crise. Dinamizando ainda mais o cenário, Flávio Dino reintegrou Rodrigues após descontentamento com as atitudes de Fachin.
A tensão entre os membros da Corte cresce, e uma ala composta por Moraes, Dino, Gilmar Mendes e Cristiano Zanin acredita que as ações de Mendonça têm motivações eleitoreiras. Essa visão é compartilhada pelo advogado-geral da União, Jorge Messias.
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