Iniciativa busca quantificar danos e melhorar decisões judiciais

O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) divulgou um manual com o objetivo de quantificar danos ambientais complexos e uniformizar decisões judiciais, visando a elevar o nível de responsabilidade no setor ambiental.
A criação deste manual é uma resposta à crescente preocupação com desastres ambientais, e busca promover decisões mais técnicas e consistentes entre os juízes.
Profissionais do direito expressam preocupações sobre o uso do Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), sugerindo que este não deve resultar em decisões de indenização automáticas, principalmente em casos onde a recomposição vegetal pode ser monitorada.
"É crucial não transformar a responsabilidade ambiental em injustiça
De acordo com o Supremo Tribunal Federal (STF), as pretensões relacionadas ao meio ambiente não prescrevem. A responsabilidade solidária pela reparação dos danos deve ser abordada com cuidado, priorizando a recomposição ambiental no local dos danos ao invés da indenização monetária.
Além disso, o manual destaca que a responsabilidade ambiental não pode ser utilizada como uma solução simplificada para problemas de prova, prevenindo distorções econômicas, especialmente em complexas cadeias do agronegócio.
✨ A responsabilidade ambiental requer um enfoque técnico para assegurar justice e equidade.
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